NovidadesImpulso ao crédito: corte dos juros já chega às famílias e favorece consumo em 2024

9 de janeiro de 2018by energisolare
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O Globo Por Cássia Almeida e Luana Reis* — Rio
17/12/2023

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Com taxa ao consumidor no menor patamar desde setembro de 2022 e queda no endividamento das famílias, parte da indústria espera avanço em vendas

Com os juros em queda no país, o crédito pode ser o impulso para manter o consumo das famílias no ano que vem, apontam economistas. Na última quarta-feira, o Banco Central (BC) fez mais um corte na taxa básica de juros (Selic), para 11,75% ao ano, e o ciclo de queda iniciado em agosto já começa a chegar na ponta.

A taxa do crédito direto ao consumidor está em 55,4% ao ano, ainda muito alta, mas é a menor desde setembro de 2022. Em abril, havia chegado a 59,6%. Somando o menor endividamento das famílias e a renda menos comprometida com dívidas, fabricantes de bens como automóveis, eletrodomésticos, móveis e vestuário já projetam crescimento de vendas em 2024, depois da estagnação deste ano.— É o início de uma trajetória de queda (dos juros). É um movimento que vamos ver com mais força no ano que vem, e com as famílias conseguindo renegociar suas dívidas com o programa do governo — diz Julia Braga, coordenadora do grupo de conjuntura do Ipea, referindo-se ao Desenrola Brasil, que ainda não alcançou o universo de 32 milhões de inadimplentes que poderiam ser reabilitados ao crédito, segundo o governo.
O efeito do crédito não será suficiente para manter em 2024 a economia no mesmo ritmo deste ano, que teve melhora no mercado de trabalho. A previsão do mercado é que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça entre 1,5% e 2% no ano que vem, abaixo dos 3% previstos para 2023, mas Julia diz que o crédito pode dar fôlego ao consumo em 2024:
— O movimento do crédito tem muito a percorrer, no sentido de incentivar a economia.Da máquina de lavar ao aparelho de barbear
O universitário carioca Pedro Marques, de 22 anos, aproveitou a última Black Friday, juntamente com o pai e o tio, com quem mora, para comprar uma máquina de lavar, em dez parcelas. Ele ganha pouco como estagiário, mas o salário do pai subiu, o que aumentou a confiança deles para a compra. Depois de habilitar um cartão de crédito, ele agora planeja parcelar também um aparelho de barbear:

— Sempre fui contra (cartão de crédito), por não me achar tão responsável e ver valores cobrados incompatíveis com minhas necessidades. Por isso escolhi um cartão com benefícios e taxas mais compatíveis com minha realidade.José Jorge do Nascimento, presidente executivo da Eletros, que reúne os fabricantes de eletrodomésticos, prevê que, se a Selic confirmar a previsão de analistas para o fim de 2024 e cair para perto de 9%, as vendas sobem no ano que vem, ofuscando 2022 e 2023, os piores do setor em dez anos:

— Com a Selic chegando a 9%, 8%, redução da pressão inflacionária e custo de produção menores, há uma expectativa de alta de 5% a 8%. Sem isso, devemos igualar este ano.

Fonte: Jornal O Globo

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